Essa noite eu beijei o acaso, mergulhei nas deixas do destino, deixei de fato. E é quando você não espera nada da vida, que ela acontece de forma diferente, é aí que você se sente livre mais uma vez. E diante do incerto eu dancei, e eu não espero mais nada. Eu não sou do tipo que espera, já fui, mas me reencontrei e voltei.
Ainda quantas vezes vou passar pela mesma sensação, essa de estar vendo as coisas se escorrendo entre os meus dedos,me perguntava eu, em noites assim como essa, em que via minha imagem congelada em um espelho, no poço de minhas loucuras, e na nitidez da minha fotografia, será?
Se fosse vento eu queria vendaval, se fosse chuva, temporal, mas é um pouco do mesmo, do intervalo cultural, ou da verdade mal falada, me libero das culpas, faço reverência ao novo.
Entre e fique a vontade... E dessa vez, por favor não atropele meus sentimentos, e não me peça pra ser o que não vou.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Para hoje
domingo, 15 de dezembro de 2013
A carta cantata
Cidade Lua, Dezembro.
Olá desinteresse, estive todo esse tempo focada em ti, chamei quantas vezes para sair, e só me importava a ti,mudaria rotas, iria onde fores.
Fantasiei conexão mental, quis mais ninguém, achei ter achado mente igual, não estive muito lúcida, eu sei...Uma vez que não te ardes a mesma chama, não me chamas, mas outros nomes. Estou proclamando minha renúncia, abrindo mão da imensa vontade, acho que me entedes...
E será que comemora? Mas sou devota,se é não me dou por vencida, a outros, imensa vida. Agradeço a gentileza de bons tratos e da linda noite, única, incompleta. Perdoa-me a insistência, nesse caso agora falência. Chuto balde, meu coração, latência!
Incansevel otimista, explico, já sabe onde me encontrar, se acaso estou equivocada, seja hoje! Amanhã eu não sei.
Domingo.
Olá desinteresse, estive todo esse tempo focada em ti, chamei quantas vezes para sair, e só me importava a ti,mudaria rotas, iria onde fores.
Fantasiei conexão mental, quis mais ninguém, achei ter achado mente igual, não estive muito lúcida, eu sei...Uma vez que não te ardes a mesma chama, não me chamas, mas outros nomes. Estou proclamando minha renúncia, abrindo mão da imensa vontade, acho que me entedes...
E será que comemora? Mas sou devota,se é não me dou por vencida, a outros, imensa vida. Agradeço a gentileza de bons tratos e da linda noite, única, incompleta. Perdoa-me a insistência, nesse caso agora falência. Chuto balde, meu coração, latência!
Incansevel otimista, explico, já sabe onde me encontrar, se acaso estou equivocada, seja hoje! Amanhã eu não sei.
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