quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Peritoca

Queridos esquecidos,  do fundo do poço fundo afundei minhas lembranças.
Fui fortalecida pelo todo poderoso, generoso, me deu cabeça esquecida, me fez esquisita, me fortaleceu na sua força de liberdade prosseguir.
Vamos cantar a liberdade
Vamos Cantar.
O som dos esquecidos, o volume dos esquisitos.
Naufragando entre o futuro presente em minha mente, 
Floreando caminho de gente contente que me enrola em teia diferente.

Queridos esquecidos eu sei que nunca foram bandidos
Banidos
Fiz essa, com carinho de coração
Se fora poema pode ser canção
Fiz de alma limpa e amor lavado
Desregrado atento e emaranhado


Eu gostaria de expor minha alma em versos e reflexão, mas a minha alma está como de uma criança definindo o indefinível com palavras simples.
Estou tão complexa na minha confusão que tenho dado mais conselhos do que antigamente, tão embriagada de minhas teorias mutantes que me sinto sóbria, tão sã que me sinto louca. Eu sempre fui laranjada e agora me sinto preta e branca, transparente demais pra não ser lida. Dizem que assim que se vai construindo, e ruindo? Muita bagunça organizada.
A gente se acha quando começa a se perder, ou se perde quando começa se achar?
Fora do eixo,larguei os sapatos na varanda, pra sentir melhor, larguei o casaco na janela. Pra ser o tudo, sê  nada.
Boa noite, viro as costas, toda alma, fica; exposta.



domingo, 15 de setembro de 2013

Quem sabe a liberdade não seja algo tão importante assim. De vez em quando a gente deseja deixar ser presa, mas quem ama a liberdade, tem medo de virar presa fácil.